"Parler de la santé est toujours malaisé. Évoquer la souffrance et la maladie est, en revanche, plus facile: tout le monde le fait. Comme si, à l’instar de Dante, chacun portait en lui assez d’expérience pour d’écrire l’enfer et jamais le paradis » (Dejours, 1980.5).
Dejours, C. (1980) – Travail: usure mentale. Essai de psychopathologie du travail. Paris: Centurion.
É espantoso: eu nunca ouvi ninguém falar da saúde, em termos positivos. Não da saúde dos povos, em geral, mas da nossa saúde individual. Ninguém fala da sua saúde como fala da sua liberdade, felicidade ou paixão. Já em matéria de doença, dor e sofrimento, toda a gente é competente e tem uma história para contar. Uma ida ao médico ou à urgência do hospital. Um episódio de doença grave.
blogue-fora-nada. homo socius ergo blogus [sum]. homem social logo blogador. em sociobloguês nos entendemos. o port(ug)al dos (por)tugas. a prova dos blogue-fora-nada. a guerra colonial. a guiné. do chacheu ao boe. de bissau a bambadinca. os cacimbados. o geba. o corubal. os rios. o macaréu da nossa revolta. o humor nosso de cada dia nos dai hoje.lá vamos blogando e rindo. e venham mais cinco (camaradas). e vieram tantos que isto se transformou numa caserna. a maior caserna virtual da Net!
13 novembro 2003
Saúde & Segurança no Trabalho - VIII: Saúde/doença
"Parler de la santé est toujours malaisé. Évoquer la souffrance et la maladie est, en revanche, plus facile: tout le monde le fait. Comme si, à l’instar de Dante, chacun portait en lui assez d’expérience pour d’écrire l’enfer et jamais le paradis » (Dejours, 1980.5).
Dejours, C. (1980) – Travail: usure mentale. Essai de psychopathologie du travail. Paris: Centurion.
É espantoso: eu nunca ouvi ninguém falar da saúde, em termos positivos. Não da saúde dos povos, em geral, mas da nossa saúde individual. Ninguém fala da sua saúde como fala da sua liberdade, felicidade ou paixão. Já em matéria de doença, dor e sofrimento, toda a gente é competente e tem uma história para contar. Uma ida ao médico ou à urgência do hospital. Um episódio de doença grave.
Dejours, C. (1980) – Travail: usure mentale. Essai de psychopathologie du travail. Paris: Centurion.
É espantoso: eu nunca ouvi ninguém falar da saúde, em termos positivos. Não da saúde dos povos, em geral, mas da nossa saúde individual. Ninguém fala da sua saúde como fala da sua liberdade, felicidade ou paixão. Já em matéria de doença, dor e sofrimento, toda a gente é competente e tem uma história para contar. Uma ida ao médico ou à urgência do hospital. Um episódio de doença grave.
Blogantologia(s) - IV: Quando falta o quase
Chegou-me do Brasil, de amigos do Brasil. Essas coisas vêm sempre do Brasil (Efeito de halo ou de contaminação? É possível...). Achei piada à mensagem que o acompanhava: "Recebo dezenas de pensamentos diariamente, mas este é sensacional. Ligue o som, desligue as luzes, tire o fone do gancho, amordace as crianças! E pense na sua vida!". E numa pesquisa na Net, confirmei: o texto circula, em alta velocidade, na auto-estrada dos blogs brasileiros!... E é utilizado, indevidamente ou não, para o cara chegar, ver e vencer. Para ter sucesso no negócios (neste caso, o venda directa do elixir da vida). Ganhar muito dinheiro. Ter a casa de sonho e a conta milionária (no banco) que os sustenta (à casa e ao sonho).
Os brasileiros e, de um modo geral, os habitantes do Novo Mundo, adoram este tipo de kits, de tónicos para os neurónios, de suplementos para a vida, de massagens para muscular a alma: meia dúzia de frases feitas, de senso comum, pensamentos edificantes para consumo imediato, literatura light... Com musiquinha, de preferência, e uma jovem afro-americana, de braços abertos, em cruz, andrógina como o Jesus Cristo. Tudo isto faz parte da indústria do bem-estar que estás a destronar as velhas religiões dos nossos avoengos.
Pessoalmente, fico sempre de pé atrás contra esta filosofia barata... Muitas vezes há uma confrangedora pobreza intelectual por detrás dos ditos pensamentos... Mas às vezes também sabe bem ler e ouvir coisas... lamechas. É o encantmento do homem que que no tempo de menino e moço vendia a banha da cobra de feira e feira. A panaceia para todos os males. O segredo da vida e da morte...
Não é o caso, creio eu, deste texto atribuído ao grande cronista e escritor Luís Fernando Veríssimo (abreviadamente, LFV). Não posso garantir a autenticidade nem a integridade do texto. Não sei em que data foi escrito nem onde foi publicado. Voltei a reconhecê-lo em inúmeros blogs que atravessam a blogosfera verde e amarela. Já com algumas diferenças de pontuação, um ou outro atropelo à gramática aqui e acolá. A gente sabe, de resto, o uso e o abuso que se faz da Net de textos atribuídos a escritores sul-americanos famosos como o pobre do Gabriel Garcia Marquez, morto e ressuscitado não sei quantas vezes.
Não quero, porém, influenciar a vossa opinião. Sejam vocês os juizes, como sempre. Para @s ciberamig@s da minha mailing list mandei o ficheiro em power point e pedi para ligarem o som... Se as palavras do LFV (e a musiquinha light que as acompanhavam) os ajudou a reforçar a auto-estima ou a carregar as baterias nem que fosse por um instante, eu poderei dar por muito bem empregue os minutos que passei a escrevinhar o e-mail...
Ontem eu pensava que o ofício da amizade a isso me obrigava. Por isso desejei boa noite e bom jantar aos/às meus/minhas ciberamig@s. Hoje já não estou tão certo disso, das obrigações do ofício da amizade. Hoje é o outro dia, fui tirar sangue, dói-me o braço e quis compartilhar, ao almoço, esta prosa comestível com os blogadores que por aqui desaguam, em especial aqueles que vêm na corrente da espuma que escorre dest(s) dia(s).
______________
O Quase (crónica atribuída a Luís Fernando Veríssimo: alô, cara, posso passar a sua crónica, mesmo correndo o risco de desrespeitar o sacrossanto copyright?)
Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que
poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance. Para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência; porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
_________
Os brasileiros e, de um modo geral, os habitantes do Novo Mundo, adoram este tipo de kits, de tónicos para os neurónios, de suplementos para a vida, de massagens para muscular a alma: meia dúzia de frases feitas, de senso comum, pensamentos edificantes para consumo imediato, literatura light... Com musiquinha, de preferência, e uma jovem afro-americana, de braços abertos, em cruz, andrógina como o Jesus Cristo. Tudo isto faz parte da indústria do bem-estar que estás a destronar as velhas religiões dos nossos avoengos.
Pessoalmente, fico sempre de pé atrás contra esta filosofia barata... Muitas vezes há uma confrangedora pobreza intelectual por detrás dos ditos pensamentos... Mas às vezes também sabe bem ler e ouvir coisas... lamechas. É o encantmento do homem que que no tempo de menino e moço vendia a banha da cobra de feira e feira. A panaceia para todos os males. O segredo da vida e da morte...
Não é o caso, creio eu, deste texto atribuído ao grande cronista e escritor Luís Fernando Veríssimo (abreviadamente, LFV). Não posso garantir a autenticidade nem a integridade do texto. Não sei em que data foi escrito nem onde foi publicado. Voltei a reconhecê-lo em inúmeros blogs que atravessam a blogosfera verde e amarela. Já com algumas diferenças de pontuação, um ou outro atropelo à gramática aqui e acolá. A gente sabe, de resto, o uso e o abuso que se faz da Net de textos atribuídos a escritores sul-americanos famosos como o pobre do Gabriel Garcia Marquez, morto e ressuscitado não sei quantas vezes.
Não quero, porém, influenciar a vossa opinião. Sejam vocês os juizes, como sempre. Para @s ciberamig@s da minha mailing list mandei o ficheiro em power point e pedi para ligarem o som... Se as palavras do LFV (e a musiquinha light que as acompanhavam) os ajudou a reforçar a auto-estima ou a carregar as baterias nem que fosse por um instante, eu poderei dar por muito bem empregue os minutos que passei a escrevinhar o e-mail...
Ontem eu pensava que o ofício da amizade a isso me obrigava. Por isso desejei boa noite e bom jantar aos/às meus/minhas ciberamig@s. Hoje já não estou tão certo disso, das obrigações do ofício da amizade. Hoje é o outro dia, fui tirar sangue, dói-me o braço e quis compartilhar, ao almoço, esta prosa comestível com os blogadores que por aqui desaguam, em especial aqueles que vêm na corrente da espuma que escorre dest(s) dia(s).
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O Quase (crónica atribuída a Luís Fernando Veríssimo: alô, cara, posso passar a sua crónica, mesmo correndo o risco de desrespeitar o sacrossanto copyright?)
Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que
poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance. Para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência; porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
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Blogantologia(s) - IV: Quando falta o quase
Chegou-me do Brasil, de amigos do Brasil. Essas coisas vêm sempre do Brasil (Efeito de halo ou de contaminação? É possível...). Achei piada à mensagem que o acompanhava: "Recebo dezenas de pensamentos diariamente, mas este é sensacional. Ligue o som, desligue as luzes, tire o fone do gancho, amordace as crianças! E pense na sua vida!". E numa pesquisa na Net, confirmei: o texto circula, em alta velocidade, na auto-estrada dos blogs brasileiros!... E é utilizado, indevidamente ou não, para o cara chegar, ver e vencer. Para ter sucesso no negócios (neste caso, o venda directa do elixir da vida). Ganhar muito dinheiro. Ter a casa de sonho e a conta milionária (no banco) que os sustenta (à casa e ao sonho).
Os brasileiros e, de um modo geral, os habitantes do Novo Mundo, adoram este tipo de kits, de tónicos para os neurónios, de suplementos para a vida, de massagens para muscular a alma: meia dúzia de frases feitas, de senso comum, pensamentos edificantes para consumo imediato, literatura light... Com musiquinha, de preferência, e uma jovem afro-americana, de braços abertos, em cruz, andrógina como o Jesus Cristo. Tudo isto faz parte da indústria do bem-estar que estás a destronar as velhas religiões dos nossos avoengos.
Pessoalmente, fico sempre de pé atrás contra esta filosofia barata... Muitas vezes há uma confrangedora pobreza intelectual por detrás dos ditos pensamentos... Mas às vezes também sabe bem ler e ouvir coisas... lamechas. É o encantmento do homem que que no tempo de menino e moço vendia a banha da cobra de feira e feira. A panaceia para todos os males. O segredo da vida e da morte...
Não é o caso, creio eu, deste texto atribuído ao grande cronista e escritor Luís Fernando Veríssimo (abreviadamente, LFV). Não posso garantir a autenticidade nem a integridade do texto. Não sei em que data foi escrito nem onde foi publicado. Voltei a reconhecê-lo em inúmeros blogs que atravessam a blogosfera verde e amarela. Já com algumas diferenças de pontuação, um ou outro atropelo à gramática aqui e acolá. A gente sabe, de resto, o uso e o abuso que se faz da Net de textos atribuídos a escritores sul-americanos famosos como o pobre do Gabriel Garcia Marquez, morto e ressuscitado não sei quantas vezes.
Não quero, porém, influenciar a vossa opinião. Sejam vocês os juizes, como sempre. Para @s ciberamig@s da minha mailing list mandei o ficheiro em power point e pedi para ligarem o som... Se as palavras do LFV (e a musiquinha light que as acompanhavam) os ajudou a reforçar a auto-estima ou a carregar as baterias nem que fosse por um instante, eu poderei dar por muito bem empregue os minutos que passei a escrevinhar o e-mail...
Ontem eu pensava que o ofício da amizade a isso me obrigava. Por isso desejei boa noite e bom jantar aos/às meus/minhas ciberamig@s. Hoje já não estou tão certo disso, das obrigações do ofício da amizade. Hoje é o outro dia, fui tirar sangue, dói-me o braço e quis compartilhar, ao almoço, esta prosa comestível com os blogadores que por aqui desaguam, em especial aqueles que vêm na corrente da espuma que escorre dest(s) dia(s).
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O Quase (crónica atribuída a Luís Fernando Veríssimo: alô, cara, posso passar a sua crónica, mesmo correndo o risco de desrespeitar o sacrossanto copyright?)
Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que
poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance. Para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência; porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
_________
Os brasileiros e, de um modo geral, os habitantes do Novo Mundo, adoram este tipo de kits, de tónicos para os neurónios, de suplementos para a vida, de massagens para muscular a alma: meia dúzia de frases feitas, de senso comum, pensamentos edificantes para consumo imediato, literatura light... Com musiquinha, de preferência, e uma jovem afro-americana, de braços abertos, em cruz, andrógina como o Jesus Cristo. Tudo isto faz parte da indústria do bem-estar que estás a destronar as velhas religiões dos nossos avoengos.
Pessoalmente, fico sempre de pé atrás contra esta filosofia barata... Muitas vezes há uma confrangedora pobreza intelectual por detrás dos ditos pensamentos... Mas às vezes também sabe bem ler e ouvir coisas... lamechas. É o encantmento do homem que que no tempo de menino e moço vendia a banha da cobra de feira e feira. A panaceia para todos os males. O segredo da vida e da morte...
Não é o caso, creio eu, deste texto atribuído ao grande cronista e escritor Luís Fernando Veríssimo (abreviadamente, LFV). Não posso garantir a autenticidade nem a integridade do texto. Não sei em que data foi escrito nem onde foi publicado. Voltei a reconhecê-lo em inúmeros blogs que atravessam a blogosfera verde e amarela. Já com algumas diferenças de pontuação, um ou outro atropelo à gramática aqui e acolá. A gente sabe, de resto, o uso e o abuso que se faz da Net de textos atribuídos a escritores sul-americanos famosos como o pobre do Gabriel Garcia Marquez, morto e ressuscitado não sei quantas vezes.
Não quero, porém, influenciar a vossa opinião. Sejam vocês os juizes, como sempre. Para @s ciberamig@s da minha mailing list mandei o ficheiro em power point e pedi para ligarem o som... Se as palavras do LFV (e a musiquinha light que as acompanhavam) os ajudou a reforçar a auto-estima ou a carregar as baterias nem que fosse por um instante, eu poderei dar por muito bem empregue os minutos que passei a escrevinhar o e-mail...
Ontem eu pensava que o ofício da amizade a isso me obrigava. Por isso desejei boa noite e bom jantar aos/às meus/minhas ciberamig@s. Hoje já não estou tão certo disso, das obrigações do ofício da amizade. Hoje é o outro dia, fui tirar sangue, dói-me o braço e quis compartilhar, ao almoço, esta prosa comestível com os blogadores que por aqui desaguam, em especial aqueles que vêm na corrente da espuma que escorre dest(s) dia(s).
______________
O Quase (crónica atribuída a Luís Fernando Veríssimo: alô, cara, posso passar a sua crónica, mesmo correndo o risco de desrespeitar o sacrossanto copyright?)
Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que
poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance. Para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência; porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
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10 novembro 2003
Portugas que merecem as nossas palmas - II: O Paulo Dinis e a sua Ergolist
Ergolist: Uma lista de discussão com interesse, muito participada e animada, sobretudo a partir de 2002, pelos técnicos e especialistas de Segurança e Higiene do Trabalho, mas também por médicos do trabalho, ergonomistas e outros. Implica inscrição prévia para se aceder ao grupo e se poder receber e trocar mensagens.
Palmas para o jovem Paulo Dinis que está a fazer um excelente trabalho, na sua qualidade de criador e animador desta lista de discussão sobre os problemas da Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (abreviadamente, SH&ST).
Acabei de mandar a seguinte mensagem aos membros deste fórum, que é sem sombra de dúvida o nº 1 neste domínio. O que é interessante, neste grupo, é o espírito de cooperação e de entreajuda, duas qualidades que comerçam a rarear entre nós e nas nossas profissões.
Car@s Ergoamig@s da Ergolist:
Em primeiro lugar, os meus parabéns pela animação que vai pela Ergolist... Vocês estão a trazer muita massa crítica à discussão das matérias relacionadas com a SH&ST. Muitos de vocês são engenheiros e estão mais orientados para as soluções concretas do que os problemas abstractos... Mas um pouco de problematização não faz mal a ninguém.
Na minha webpage encontram com uma análise crítica do relatório anual da actividade dos serviços de SH&ST. Como sabem, o prazo para a entrega deste relatório terminou, excepcionalmente este ano, em finais de Outubro de 2003. Mas há dúvidas, erros e lacunas que persistem... Sobretudo não se sabe o que vão fazer dos relatórios, das montanhas de relatórios que os competentes serviços receberam (ou deveriam ter recebido)...
Do relatório em suporte de papel, não vão fazer absolutamente nada... Do relatório em suporte informático, talvez façam uma pequena exploração estatística... Que outputs ? Que indicadores ? Que resultados vão ser apurados e distribuídos ? Como ? Quando ? Quanto custa tudo isto ? Para quê ? Para quem ?
Quem desenhou o sistema de informação foi o ex-DETEFP (aliás, ex-DEPP e agora DEEP) do MSST. Os verdadeiros gestores da informação e os verdadeiros protagonistas deveriam ser o IDICT e a Direcção Geral de Saúde, que representam a tutela da SH&ST.
Para quem perdeu muitas horas de sono, a preencher o relatório referente ao exercício de 2002 e fez questão de cumprir a lei, esta é capaz de ser uma notícia um bocado frustrante... No mínimo, espera-se que, mesmo tendo em conta o conteúdo do relatório, as dificuldades do seu preenchimento e o 1º ano de experiência, não se venha a aplicar, neste caso, o temível princípio segundo o qual em informática garbage in, garbage out (à letra: se entra lixo, sai lixo).
Um dos problemas que preocupa muita gente é o controlo da qualidade da informação (inseparável, de resto, do problema mais delicado da veracidade dos dados...).
PS - Esta discussão também pode fazer-se aqui, no blogue-fora-nada, mais ligeira e alegremente do que noutros fóruns...
Palmas para o jovem Paulo Dinis que está a fazer um excelente trabalho, na sua qualidade de criador e animador desta lista de discussão sobre os problemas da Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (abreviadamente, SH&ST).
Acabei de mandar a seguinte mensagem aos membros deste fórum, que é sem sombra de dúvida o nº 1 neste domínio. O que é interessante, neste grupo, é o espírito de cooperação e de entreajuda, duas qualidades que comerçam a rarear entre nós e nas nossas profissões.
Car@s Ergoamig@s da Ergolist:
Em primeiro lugar, os meus parabéns pela animação que vai pela Ergolist... Vocês estão a trazer muita massa crítica à discussão das matérias relacionadas com a SH&ST. Muitos de vocês são engenheiros e estão mais orientados para as soluções concretas do que os problemas abstractos... Mas um pouco de problematização não faz mal a ninguém.
Na minha webpage encontram com uma análise crítica do relatório anual da actividade dos serviços de SH&ST. Como sabem, o prazo para a entrega deste relatório terminou, excepcionalmente este ano, em finais de Outubro de 2003. Mas há dúvidas, erros e lacunas que persistem... Sobretudo não se sabe o que vão fazer dos relatórios, das montanhas de relatórios que os competentes serviços receberam (ou deveriam ter recebido)...
Do relatório em suporte de papel, não vão fazer absolutamente nada... Do relatório em suporte informático, talvez façam uma pequena exploração estatística... Que outputs ? Que indicadores ? Que resultados vão ser apurados e distribuídos ? Como ? Quando ? Quanto custa tudo isto ? Para quê ? Para quem ?
Quem desenhou o sistema de informação foi o ex-DETEFP (aliás, ex-DEPP e agora DEEP) do MSST. Os verdadeiros gestores da informação e os verdadeiros protagonistas deveriam ser o IDICT e a Direcção Geral de Saúde, que representam a tutela da SH&ST.
Para quem perdeu muitas horas de sono, a preencher o relatório referente ao exercício de 2002 e fez questão de cumprir a lei, esta é capaz de ser uma notícia um bocado frustrante... No mínimo, espera-se que, mesmo tendo em conta o conteúdo do relatório, as dificuldades do seu preenchimento e o 1º ano de experiência, não se venha a aplicar, neste caso, o temível princípio segundo o qual em informática garbage in, garbage out (à letra: se entra lixo, sai lixo).
Um dos problemas que preocupa muita gente é o controlo da qualidade da informação (inseparável, de resto, do problema mais delicado da veracidade dos dados...).
PS - Esta discussão também pode fazer-se aqui, no blogue-fora-nada, mais ligeira e alegremente do que noutros fóruns...
Portugas que merecem as nossas palmas - II: O Paulo Dinis e a sua Ergolist
Ergolist: Uma lista de discussão com interesse, muito participada e animada, sobretudo a partir de 2002, pelos técnicos e especialistas de Segurança e Higiene do Trabalho, mas também por médicos do trabalho, ergonomistas e outros. Implica inscrição prévia para se aceder ao grupo e se poder receber e trocar mensagens.
Palmas para o jovem Paulo Dinis que está a fazer um excelente trabalho, na sua qualidade de criador e animador desta lista de discussão sobre os problemas da Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (abreviadamente, SH&ST).
Acabei de mandar a seguinte mensagem aos membros deste fórum, que é sem sombra de dúvida o nº 1 neste domínio. O que é interessante, neste grupo, é o espírito de cooperação e de entreajuda, duas qualidades que comerçam a rarear entre nós e nas nossas profissões.
Car@s Ergoamig@s da Ergolist:
Em primeiro lugar, os meus parabéns pela animação que vai pela Ergolist... Vocês estão a trazer muita massa crítica à discussão das matérias relacionadas com a SH&ST. Muitos de vocês são engenheiros e estão mais orientados para as soluções concretas do que os problemas abstractos... Mas um pouco de problematização não faz mal a ninguém.
Na minha webpage encontram com uma análise crítica do relatório anual da actividade dos serviços de SH&ST. Como sabem, o prazo para a entrega deste relatório terminou, excepcionalmente este ano, em finais de Outubro de 2003. Mas há dúvidas, erros e lacunas que persistem... Sobretudo não se sabe o que vão fazer dos relatórios, das montanhas de relatórios que os competentes serviços receberam (ou deveriam ter recebido)...
Do relatório em suporte de papel, não vão fazer absolutamente nada... Do relatório em suporte informático, talvez façam uma pequena exploração estatística... Que outputs ? Que indicadores ? Que resultados vão ser apurados e distribuídos ? Como ? Quando ? Quanto custa tudo isto ? Para quê ? Para quem ?
Quem desenhou o sistema de informação foi o ex-DETEFP (aliás, ex-DEPP e agora DEEP) do MSST. Os verdadeiros gestores da informação e os verdadeiros protagonistas deveriam ser o IDICT e a Direcção Geral de Saúde, que representam a tutela da SH&ST.
Para quem perdeu muitas horas de sono, a preencher o relatório referente ao exercício de 2002 e fez questão de cumprir a lei, esta é capaz de ser uma notícia um bocado frustrante... No mínimo, espera-se que, mesmo tendo em conta o conteúdo do relatório, as dificuldades do seu preenchimento e o 1º ano de experiência, não se venha a aplicar, neste caso, o temível princípio segundo o qual em informática garbage in, garbage out (à letra: se entra lixo, sai lixo).
Um dos problemas que preocupa muita gente é o controlo da qualidade da informação (inseparável, de resto, do problema mais delicado da veracidade dos dados...).
PS - Esta discussão também pode fazer-se aqui, no blogue-fora-nada, mais ligeira e alegremente do que noutros fóruns...
Palmas para o jovem Paulo Dinis que está a fazer um excelente trabalho, na sua qualidade de criador e animador desta lista de discussão sobre os problemas da Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (abreviadamente, SH&ST).
Acabei de mandar a seguinte mensagem aos membros deste fórum, que é sem sombra de dúvida o nº 1 neste domínio. O que é interessante, neste grupo, é o espírito de cooperação e de entreajuda, duas qualidades que comerçam a rarear entre nós e nas nossas profissões.
Car@s Ergoamig@s da Ergolist:
Em primeiro lugar, os meus parabéns pela animação que vai pela Ergolist... Vocês estão a trazer muita massa crítica à discussão das matérias relacionadas com a SH&ST. Muitos de vocês são engenheiros e estão mais orientados para as soluções concretas do que os problemas abstractos... Mas um pouco de problematização não faz mal a ninguém.
Na minha webpage encontram com uma análise crítica do relatório anual da actividade dos serviços de SH&ST. Como sabem, o prazo para a entrega deste relatório terminou, excepcionalmente este ano, em finais de Outubro de 2003. Mas há dúvidas, erros e lacunas que persistem... Sobretudo não se sabe o que vão fazer dos relatórios, das montanhas de relatórios que os competentes serviços receberam (ou deveriam ter recebido)...
Do relatório em suporte de papel, não vão fazer absolutamente nada... Do relatório em suporte informático, talvez façam uma pequena exploração estatística... Que outputs ? Que indicadores ? Que resultados vão ser apurados e distribuídos ? Como ? Quando ? Quanto custa tudo isto ? Para quê ? Para quem ?
Quem desenhou o sistema de informação foi o ex-DETEFP (aliás, ex-DEPP e agora DEEP) do MSST. Os verdadeiros gestores da informação e os verdadeiros protagonistas deveriam ser o IDICT e a Direcção Geral de Saúde, que representam a tutela da SH&ST.
Para quem perdeu muitas horas de sono, a preencher o relatório referente ao exercício de 2002 e fez questão de cumprir a lei, esta é capaz de ser uma notícia um bocado frustrante... No mínimo, espera-se que, mesmo tendo em conta o conteúdo do relatório, as dificuldades do seu preenchimento e o 1º ano de experiência, não se venha a aplicar, neste caso, o temível princípio segundo o qual em informática garbage in, garbage out (à letra: se entra lixo, sai lixo).
Um dos problemas que preocupa muita gente é o controlo da qualidade da informação (inseparável, de resto, do problema mais delicado da veracidade dos dados...).
PS - Esta discussão também pode fazer-se aqui, no blogue-fora-nada, mais ligeira e alegremente do que noutros fóruns...
Humor com humor se paga - X: Marketing (social) para profissionais de saúde (1)
Vocês, meninos e meninas que trabalham na educação e promoção da saúde, vocês, médicos, enfermeiros e outros prestadores de cuidados de saúde, vocês, administradores de serviços de saúde, eu acho que todos vós deviam aprender (mais) com os criativos do marketing e da publicidade... Eis aqui um exemplo (bem humorado) de como se pode jogar com as ideias... Bem humorado e com bom gosto, o que contrasta claramente com a maior parte das mensagens usadas nas campanhas anti-tabágicas ou até contra a sida. (Enfim, seria longa a discussão sobre as armas do terror e da inteligência ao serviço da saúde pública...). De qualquer modo, imaginem o tipo de slogan publicitário que as grandes marcas (sem as quais já não podemos viver...) utilizariam se produzissem e comercializassem preservativos... Quem disse que o marketing (social) não pode ser útil para as grandes causas da saúde ?
Preservativos American Express Card: Não saia de casa sem eles...
Preservativos Bacardi: Recomenda-se um consumo responsável...
Preservativos BIC: Bic laranja ponta fina, Bic cristal ponta normal...
Preservativos Carlsberg: Provavelmente, o melhor preservativo do mundo...
Preservativos Chiclete Ice: Um estalo de prazer...
Preservativos Chiva Regal: Yes, God is a (wo)man...
Preservativos Citröen: Você não imagina tudo o eu que posso fazer por si...
Preservativos Clix: Custa nix...
Preservativos Dove: Os únicos com creme hidratante...
Preservativos Duracell: E duram e duram e duram...
Preservativos Evax: Não se mexe, não se nota, não passa nada...
Preservativos Ferrero Rocher: Ambrósio, apetece-me algo...
Preservativos Halls: Ainda fresco...
Preservativos Ice Tea: Apague a sua sede..
Preservativos Kodak: Para mais tarde recordar...
Preservativos L’Oreal: Porque você merece...
Preservativos Luso: Tão natural como a sua sede...
Preservativos M&M's: Desfazem-se na tua boca, não na tua mão...
Preservativos McDonald's: Oferta 2 x 500...
Preservativos Michelin: Quilómetros de estrada...
Preservativos Microsofy: Where do you want to go today ?
Preservativos Nike: Just do it...
Preservativos Nokia: Connecting people...
Preservativos Optimus: Agora, toda a gente pode ter um topo de gama...
Preservativos Páginas Amarelas: Vá pelos seus dedos...
Preservativos Pepsi: Ask for more...
Preservativos Pescanova: O bom sai bem...
Preservativos Pingo Doce: No sítio do costume...
Preservativos Pizza Bellini: O segredo está na massa...
Preservativos Pringles: Quando fazes pop, já não há stop...
Preservativos Red Bull: Dão-te asaaaaassss...
Preservativos Sagres: A nossa selecção...
Preservativos Samsung: Desafiando os limites...
Preservativos Samsung: Everyone is invited...
Preservativos Sony: Se não podes vencê-los, junta-te a eles...
Preservativos Superbock: Sabor autêntico...
Preservativos TMN: Mais perto do que é importante...
Preservativos UEFA: The Chaaaaaammmmpioooooooonnnnnnssss...
Preservativos Vodafone: Onde você estiver, está bem...
Preservativos American Express Card: Não saia de casa sem eles...
Preservativos Bacardi: Recomenda-se um consumo responsável...
Preservativos BIC: Bic laranja ponta fina, Bic cristal ponta normal...
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Humor com humor se paga - X: Marketing (social) para profissionais de saúde (1)
Vocês, meninos e meninas que trabalham na educação e promoção da saúde, vocês, médicos, enfermeiros e outros prestadores de cuidados de saúde, vocês, administradores de serviços de saúde, eu acho que todos vós deviam aprender (mais) com os criativos do marketing e da publicidade... Eis aqui um exemplo (bem humorado) de como se pode jogar com as ideias... Bem humorado e com bom gosto, o que contrasta claramente com a maior parte das mensagens usadas nas campanhas anti-tabágicas ou até contra a sida. (Enfim, seria longa a discussão sobre as armas do terror e da inteligência ao serviço da saúde pública...). De qualquer modo, imaginem o tipo de slogan publicitário que as grandes marcas (sem as quais já não podemos viver...) utilizariam se produzissem e comercializassem preservativos... Quem disse que o marketing (social) não pode ser útil para as grandes causas da saúde ?
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Preservativos American Express Card: Não saia de casa sem eles...
Preservativos Bacardi: Recomenda-se um consumo responsável...
Preservativos BIC: Bic laranja ponta fina, Bic cristal ponta normal...
Preservativos Carlsberg: Provavelmente, o melhor preservativo do mundo...
Preservativos Chiclete Ice: Um estalo de prazer...
Preservativos Chiva Regal: Yes, God is a (wo)man...
Preservativos Citröen: Você não imagina tudo o eu que posso fazer por si...
Preservativos Clix: Custa nix...
Preservativos Dove: Os únicos com creme hidratante...
Preservativos Duracell: E duram e duram e duram...
Preservativos Evax: Não se mexe, não se nota, não passa nada...
Preservativos Ferrero Rocher: Ambrósio, apetece-me algo...
Preservativos Halls: Ainda fresco...
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Preservativos Kodak: Para mais tarde recordar...
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Preservativos Nike: Just do it...
Preservativos Nokia: Connecting people...
Preservativos Optimus: Agora, toda a gente pode ter um topo de gama...
Preservativos Páginas Amarelas: Vá pelos seus dedos...
Preservativos Pepsi: Ask for more...
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Preservativos Pingo Doce: No sítio do costume...
Preservativos Pizza Bellini: O segredo está na massa...
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Preservativos Red Bull: Dão-te asaaaaassss...
Preservativos Sagres: A nossa selecção...
Preservativos Samsung: Desafiando os limites...
Preservativos Samsung: Everyone is invited...
Preservativos Sony: Se não podes vencê-los, junta-te a eles...
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Preservativos TMN: Mais perto do que é importante...
Preservativos UEFA: The Chaaaaaammmmpioooooooonnnnnnssss...
Preservativos Vodafone: Onde você estiver, está bem...
09 novembro 2003
Blogantologia(s) - III: Frases feitas, desfeitas e refeitas
Frases do dia, da semana, do mês, do ano, do decénio, do século, do milénio, frases para todos, para todos os gostos e para todas as idades... Geniais ou idiotas, tanto faz! Frases feitas, refeitas e desfeitas como a punheta de bacalhau. Os meus ciber-agradecimentos aos génios e aos idiotas que as escreveram. Os comentários são da lavra da nossa quinta.
11. A pior das sextas-feiras ainda é melhor do que a melhor das segundas-feiras. (... Mesmo assim, és um sortudo porque: (i) tens um emprego; (ii) não trabalhas por turnos; (iii) e ainda és capaz de ter sonhos e ter febre, ou pelo menos sonhar com a febre de sexta-feira à noite...).
12. As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis! (... Houve uma altura em que a moda era: O que é grande é que é bom; depois mudou-se o trocadilho: o pequeno é bonito; agora, não interessa tanto o tamanho, como sobretudo a fêvera, sem gordura).
13. Nasci careca, nu e sem dentes: tudo o que vier por acréscimo, é lucro! (... Mas não te esqueças, ó homem, que o teu processo de envelhecimento é medido por um estranho relógio, que é tanto biológico como social).
14. O amor é cego mas o casamento devolve-lhe a visão. (Alguém quer comentar ou contar a sua história de vida ?).
15. O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama. (Se todas as doenças se resolvessem na cama, os portugas eram um povo saudável).
16. O teu futuro depende dos teus sonhos; não percas tempo... vai dormir! (Quando os sonhos passarem a estar cotados na bolsa, talvez valha a pena taylorizar a arte de sonhar; não vejo o ministro da economia preocupar-se com a produtividade, a qualidade e a competitividade da nossa indústria do sonho).
17. Os amigos vêm e vão, os inimigos acumulam-se. (Que tipo de inimigos podes ter ? Os de morte, os de estimação e os da humanidade...).
18. Quando encontrares uma pedra no teu caminho, não chutes, faz dela um degrau e... sobe na vida! (Obrigado, é moralizador e moralizante; frase a ser ensinada aos sem-abrigo para que um dia consigam chegar ao topo do edifício do Hotel Sheraton e dormir na suite presidencial).
19. Quando te sentires com os pneus da auto-estima em baixo, lembra-te, companheiro, que um dia já foste o espermatozóide mais rápido do teu grupo! (... Obrigado, Carlos Drawin, pela crueldade de mo lembrares; na altura tal facto não ficou registado, e não havia ainda o livro de recordes do Guiness).
20. Vive de forma a que a tua presença não seja notada e que a tua falta seja sentida! (Totalmente falso: sem exposição mediática, tu não existes!.. Fico na dúvida sobre o sentido desta frase sibilina: será um convite para passares ao anonimato ?).
11. A pior das sextas-feiras ainda é melhor do que a melhor das segundas-feiras. (... Mesmo assim, és um sortudo porque: (i) tens um emprego; (ii) não trabalhas por turnos; (iii) e ainda és capaz de ter sonhos e ter febre, ou pelo menos sonhar com a febre de sexta-feira à noite...).
12. As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis! (... Houve uma altura em que a moda era: O que é grande é que é bom; depois mudou-se o trocadilho: o pequeno é bonito; agora, não interessa tanto o tamanho, como sobretudo a fêvera, sem gordura).
13. Nasci careca, nu e sem dentes: tudo o que vier por acréscimo, é lucro! (... Mas não te esqueças, ó homem, que o teu processo de envelhecimento é medido por um estranho relógio, que é tanto biológico como social).
14. O amor é cego mas o casamento devolve-lhe a visão. (Alguém quer comentar ou contar a sua história de vida ?).
15. O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama. (Se todas as doenças se resolvessem na cama, os portugas eram um povo saudável).
16. O teu futuro depende dos teus sonhos; não percas tempo... vai dormir! (Quando os sonhos passarem a estar cotados na bolsa, talvez valha a pena taylorizar a arte de sonhar; não vejo o ministro da economia preocupar-se com a produtividade, a qualidade e a competitividade da nossa indústria do sonho).
17. Os amigos vêm e vão, os inimigos acumulam-se. (Que tipo de inimigos podes ter ? Os de morte, os de estimação e os da humanidade...).
18. Quando encontrares uma pedra no teu caminho, não chutes, faz dela um degrau e... sobe na vida! (Obrigado, é moralizador e moralizante; frase a ser ensinada aos sem-abrigo para que um dia consigam chegar ao topo do edifício do Hotel Sheraton e dormir na suite presidencial).
19. Quando te sentires com os pneus da auto-estima em baixo, lembra-te, companheiro, que um dia já foste o espermatozóide mais rápido do teu grupo! (... Obrigado, Carlos Drawin, pela crueldade de mo lembrares; na altura tal facto não ficou registado, e não havia ainda o livro de recordes do Guiness).
20. Vive de forma a que a tua presença não seja notada e que a tua falta seja sentida! (Totalmente falso: sem exposição mediática, tu não existes!.. Fico na dúvida sobre o sentido desta frase sibilina: será um convite para passares ao anonimato ?).
Blogantologia(s) - III: Frases feitas, desfeitas e refeitas
Frases do dia, da semana, do mês, do ano, do decénio, do século, do milénio, frases para todos, para todos os gostos e para todas as idades... Geniais ou idiotas, tanto faz! Frases feitas, refeitas e desfeitas como a punheta de bacalhau. Os meus ciber-agradecimentos aos génios e aos idiotas que as escreveram. Os comentários são da lavra da nossa quinta.
11. A pior das sextas-feiras ainda é melhor do que a melhor das segundas-feiras. (... Mesmo assim, és um sortudo porque: (i) tens um emprego; (ii) não trabalhas por turnos; (iii) e ainda és capaz de ter sonhos e ter febre, ou pelo menos sonhar com a febre de sexta-feira à noite...).
12. As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis! (... Houve uma altura em que a moda era: O que é grande é que é bom; depois mudou-se o trocadilho: o pequeno é bonito; agora, não interessa tanto o tamanho, como sobretudo a fêvera, sem gordura).
13. Nasci careca, nu e sem dentes: tudo o que vier por acréscimo, é lucro! (... Mas não te esqueças, ó homem, que o teu processo de envelhecimento é medido por um estranho relógio, que é tanto biológico como social).
14. O amor é cego mas o casamento devolve-lhe a visão. (Alguém quer comentar ou contar a sua história de vida ?).
15. O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama. (Se todas as doenças se resolvessem na cama, os portugas eram um povo saudável).
16. O teu futuro depende dos teus sonhos; não percas tempo... vai dormir! (Quando os sonhos passarem a estar cotados na bolsa, talvez valha a pena taylorizar a arte de sonhar; não vejo o ministro da economia preocupar-se com a produtividade, a qualidade e a competitividade da nossa indústria do sonho).
17. Os amigos vêm e vão, os inimigos acumulam-se. (Que tipo de inimigos podes ter ? Os de morte, os de estimação e os da humanidade...).
18. Quando encontrares uma pedra no teu caminho, não chutes, faz dela um degrau e... sobe na vida! (Obrigado, é moralizador e moralizante; frase a ser ensinada aos sem-abrigo para que um dia consigam chegar ao topo do edifício do Hotel Sheraton e dormir na suite presidencial).
19. Quando te sentires com os pneus da auto-estima em baixo, lembra-te, companheiro, que um dia já foste o espermatozóide mais rápido do teu grupo! (... Obrigado, Carlos Drawin, pela crueldade de mo lembrares; na altura tal facto não ficou registado, e não havia ainda o livro de recordes do Guiness).
20. Vive de forma a que a tua presença não seja notada e que a tua falta seja sentida! (Totalmente falso: sem exposição mediática, tu não existes!.. Fico na dúvida sobre o sentido desta frase sibilina: será um convite para passares ao anonimato ?).
11. A pior das sextas-feiras ainda é melhor do que a melhor das segundas-feiras. (... Mesmo assim, és um sortudo porque: (i) tens um emprego; (ii) não trabalhas por turnos; (iii) e ainda és capaz de ter sonhos e ter febre, ou pelo menos sonhar com a febre de sexta-feira à noite...).
12. As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis! (... Houve uma altura em que a moda era: O que é grande é que é bom; depois mudou-se o trocadilho: o pequeno é bonito; agora, não interessa tanto o tamanho, como sobretudo a fêvera, sem gordura).
13. Nasci careca, nu e sem dentes: tudo o que vier por acréscimo, é lucro! (... Mas não te esqueças, ó homem, que o teu processo de envelhecimento é medido por um estranho relógio, que é tanto biológico como social).
14. O amor é cego mas o casamento devolve-lhe a visão. (Alguém quer comentar ou contar a sua história de vida ?).
15. O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama. (Se todas as doenças se resolvessem na cama, os portugas eram um povo saudável).
16. O teu futuro depende dos teus sonhos; não percas tempo... vai dormir! (Quando os sonhos passarem a estar cotados na bolsa, talvez valha a pena taylorizar a arte de sonhar; não vejo o ministro da economia preocupar-se com a produtividade, a qualidade e a competitividade da nossa indústria do sonho).
17. Os amigos vêm e vão, os inimigos acumulam-se. (Que tipo de inimigos podes ter ? Os de morte, os de estimação e os da humanidade...).
18. Quando encontrares uma pedra no teu caminho, não chutes, faz dela um degrau e... sobe na vida! (Obrigado, é moralizador e moralizante; frase a ser ensinada aos sem-abrigo para que um dia consigam chegar ao topo do edifício do Hotel Sheraton e dormir na suite presidencial).
19. Quando te sentires com os pneus da auto-estima em baixo, lembra-te, companheiro, que um dia já foste o espermatozóide mais rápido do teu grupo! (... Obrigado, Carlos Drawin, pela crueldade de mo lembrares; na altura tal facto não ficou registado, e não havia ainda o livro de recordes do Guiness).
20. Vive de forma a que a tua presença não seja notada e que a tua falta seja sentida! (Totalmente falso: sem exposição mediática, tu não existes!.. Fico na dúvida sobre o sentido desta frase sibilina: será um convite para passares ao anonimato ?).
Blogantologia(s) - II: A insustentável leveza da sabedoria de senso comum
Obrigado, sábi@s ciberamig@s! Frases que vocês me mandaram ou que vieram por aí, pela blogosfera abaixo, com(o) a espuma que escorre deste(s) dia(s)... Não têm copyright, pertencem ao fundo cultural da humanidade o qual, com a globalização, está a saque... Há quem aprecie o género, que tem algumas vantagens: as máximas da sabedoria do senso comum podem ser usadas, por exemplo, como arma de defesa em caso de assédio (i)moral no local de trabalho. A propósito, não se esqueçam que o dito (assédio) passou a ser punido nos termos do art. 24º do Código do Trabalho (em vigor a partir de 1 de Dezembro de 2003.
Os passarões dos sociólogos foram treinados para desconfiar da sabedoria do senso comum... Mas este blogue também é como o livro de reclamações das pensões rascas da Praça da Alegria (há sempre uma praça da alegria em cada vila e cidade dos portugas). E quem disse que não podia haver pensamentos sublimes nas portas das casas de banho dos teatros da cidade que fecharam à morte do último espectador ? Podem ser sublimes mas são tristes como a morte...
1. @s vegetarian@s não gritam quando têm um orgasmo pelas simples razão de não quererem admitir que um pedaço de carne lhes dá tanto gozo (È pressuposto o Homo Sapiens Sapiens gritar quando tem um orgasmo, independentemente de ser omnívoro, carnívoro ou vegetariano ?)
2. A estatística é igual ao biquini: mostra tudo, mas esconde o essencial! (Será por isso que os honens da ciência e do poder a tratam tão mal ?)
3. As mulheres são como o vinho: com o passar dos anos, umas refinam o sabor; outras, as que azedam, é por falta de rolha. (Generalizações abusivas... E as santas ? Como é que chegam à santidade ?)
4. Em dias de temporal e de trovoada, o lugar mais seguro é perto da sogra... Não há raio que a parta! (A soga, essa instituição!)
5. Melancia grande e mulher muito boa ninguém come sozinho. (Não sei quem foi o antropófago que disse isto...)
6. Nunca discutas com um idiota: ele põe-te ao nível dele... e depois ganha-te em experiência. (O problemas é, na tua empresa, teres que cumprir ordens de idiotas...)
7. Os chefes são como as nuvens, quando desaparecem fica um dia lindo. (Decididamente os portugas não gostam dos Chefes, nem dos grandes nem dos pequenos).
8. Quem trabalha muito, erra muito; quem trabalha pouco, erra pouco; quem não trabalha não erra; e quem não erra é promovido. (Um verdadeiro tratado sobre a Gestão de Recursos Humanos na terra dos portugas).
9. Se as coisas são feitas para serem usadas e as pessoas para serem amadas, por que é que tu, meu irmão, amas as coisas e usas as pessoas ? (O ter e o ser tornaram-se disjuntivos ?)
10. Se os chefes, lá na minha empresa, fossem ficheiros electrónicos, a extensão só poderia ser .fdp (=filho da puta) (Está visto, não há índio que goste do chefe que tem, mas todos os índios adorariam chegar um dia a ser chefes...).
Os passarões dos sociólogos foram treinados para desconfiar da sabedoria do senso comum... Mas este blogue também é como o livro de reclamações das pensões rascas da Praça da Alegria (há sempre uma praça da alegria em cada vila e cidade dos portugas). E quem disse que não podia haver pensamentos sublimes nas portas das casas de banho dos teatros da cidade que fecharam à morte do último espectador ? Podem ser sublimes mas são tristes como a morte...
1. @s vegetarian@s não gritam quando têm um orgasmo pelas simples razão de não quererem admitir que um pedaço de carne lhes dá tanto gozo (È pressuposto o Homo Sapiens Sapiens gritar quando tem um orgasmo, independentemente de ser omnívoro, carnívoro ou vegetariano ?)
2. A estatística é igual ao biquini: mostra tudo, mas esconde o essencial! (Será por isso que os honens da ciência e do poder a tratam tão mal ?)
3. As mulheres são como o vinho: com o passar dos anos, umas refinam o sabor; outras, as que azedam, é por falta de rolha. (Generalizações abusivas... E as santas ? Como é que chegam à santidade ?)
4. Em dias de temporal e de trovoada, o lugar mais seguro é perto da sogra... Não há raio que a parta! (A soga, essa instituição!)
5. Melancia grande e mulher muito boa ninguém come sozinho. (Não sei quem foi o antropófago que disse isto...)
6. Nunca discutas com um idiota: ele põe-te ao nível dele... e depois ganha-te em experiência. (O problemas é, na tua empresa, teres que cumprir ordens de idiotas...)
7. Os chefes são como as nuvens, quando desaparecem fica um dia lindo. (Decididamente os portugas não gostam dos Chefes, nem dos grandes nem dos pequenos).
8. Quem trabalha muito, erra muito; quem trabalha pouco, erra pouco; quem não trabalha não erra; e quem não erra é promovido. (Um verdadeiro tratado sobre a Gestão de Recursos Humanos na terra dos portugas).
9. Se as coisas são feitas para serem usadas e as pessoas para serem amadas, por que é que tu, meu irmão, amas as coisas e usas as pessoas ? (O ter e o ser tornaram-se disjuntivos ?)
10. Se os chefes, lá na minha empresa, fossem ficheiros electrónicos, a extensão só poderia ser .fdp (=filho da puta) (Está visto, não há índio que goste do chefe que tem, mas todos os índios adorariam chegar um dia a ser chefes...).
Blogantologia(s) - II: A insustentável leveza da sabedoria de senso comum
Obrigado, sábi@s ciberamig@s! Frases que vocês me mandaram ou que vieram por aí, pela blogosfera abaixo, com(o) a espuma que escorre deste(s) dia(s)... Não têm copyright, pertencem ao fundo cultural da humanidade o qual, com a globalização, está a saque... Há quem aprecie o género, que tem algumas vantagens: as máximas da sabedoria do senso comum podem ser usadas, por exemplo, como arma de defesa em caso de assédio (i)moral no local de trabalho. A propósito, não se esqueçam que o dito (assédio) passou a ser punido nos termos do art. 24º do Código do Trabalho (em vigor a partir de 1 de Dezembro de 2003.
Os passarões dos sociólogos foram treinados para desconfiar da sabedoria do senso comum... Mas este blogue também é como o livro de reclamações das pensões rascas da Praça da Alegria (há sempre uma praça da alegria em cada vila e cidade dos portugas). E quem disse que não podia haver pensamentos sublimes nas portas das casas de banho dos teatros da cidade que fecharam à morte do último espectador ? Podem ser sublimes mas são tristes como a morte...
1. @s vegetarian@s não gritam quando têm um orgasmo pelas simples razão de não quererem admitir que um pedaço de carne lhes dá tanto gozo (È pressuposto o Homo Sapiens Sapiens gritar quando tem um orgasmo, independentemente de ser omnívoro, carnívoro ou vegetariano ?)
2. A estatística é igual ao biquini: mostra tudo, mas esconde o essencial! (Será por isso que os honens da ciência e do poder a tratam tão mal ?)
3. As mulheres são como o vinho: com o passar dos anos, umas refinam o sabor; outras, as que azedam, é por falta de rolha. (Generalizações abusivas... E as santas ? Como é que chegam à santidade ?)
4. Em dias de temporal e de trovoada, o lugar mais seguro é perto da sogra... Não há raio que a parta! (A soga, essa instituição!)
5. Melancia grande e mulher muito boa ninguém come sozinho. (Não sei quem foi o antropófago que disse isto...)
6. Nunca discutas com um idiota: ele põe-te ao nível dele... e depois ganha-te em experiência. (O problemas é, na tua empresa, teres que cumprir ordens de idiotas...)
7. Os chefes são como as nuvens, quando desaparecem fica um dia lindo. (Decididamente os portugas não gostam dos Chefes, nem dos grandes nem dos pequenos).
8. Quem trabalha muito, erra muito; quem trabalha pouco, erra pouco; quem não trabalha não erra; e quem não erra é promovido. (Um verdadeiro tratado sobre a Gestão de Recursos Humanos na terra dos portugas).
9. Se as coisas são feitas para serem usadas e as pessoas para serem amadas, por que é que tu, meu irmão, amas as coisas e usas as pessoas ? (O ter e o ser tornaram-se disjuntivos ?)
10. Se os chefes, lá na minha empresa, fossem ficheiros electrónicos, a extensão só poderia ser .fdp (=filho da puta) (Está visto, não há índio que goste do chefe que tem, mas todos os índios adorariam chegar um dia a ser chefes...).
Os passarões dos sociólogos foram treinados para desconfiar da sabedoria do senso comum... Mas este blogue também é como o livro de reclamações das pensões rascas da Praça da Alegria (há sempre uma praça da alegria em cada vila e cidade dos portugas). E quem disse que não podia haver pensamentos sublimes nas portas das casas de banho dos teatros da cidade que fecharam à morte do último espectador ? Podem ser sublimes mas são tristes como a morte...
1. @s vegetarian@s não gritam quando têm um orgasmo pelas simples razão de não quererem admitir que um pedaço de carne lhes dá tanto gozo (È pressuposto o Homo Sapiens Sapiens gritar quando tem um orgasmo, independentemente de ser omnívoro, carnívoro ou vegetariano ?)
2. A estatística é igual ao biquini: mostra tudo, mas esconde o essencial! (Será por isso que os honens da ciência e do poder a tratam tão mal ?)
3. As mulheres são como o vinho: com o passar dos anos, umas refinam o sabor; outras, as que azedam, é por falta de rolha. (Generalizações abusivas... E as santas ? Como é que chegam à santidade ?)
4. Em dias de temporal e de trovoada, o lugar mais seguro é perto da sogra... Não há raio que a parta! (A soga, essa instituição!)
5. Melancia grande e mulher muito boa ninguém come sozinho. (Não sei quem foi o antropófago que disse isto...)
6. Nunca discutas com um idiota: ele põe-te ao nível dele... e depois ganha-te em experiência. (O problemas é, na tua empresa, teres que cumprir ordens de idiotas...)
7. Os chefes são como as nuvens, quando desaparecem fica um dia lindo. (Decididamente os portugas não gostam dos Chefes, nem dos grandes nem dos pequenos).
8. Quem trabalha muito, erra muito; quem trabalha pouco, erra pouco; quem não trabalha não erra; e quem não erra é promovido. (Um verdadeiro tratado sobre a Gestão de Recursos Humanos na terra dos portugas).
9. Se as coisas são feitas para serem usadas e as pessoas para serem amadas, por que é que tu, meu irmão, amas as coisas e usas as pessoas ? (O ter e o ser tornaram-se disjuntivos ?)
10. Se os chefes, lá na minha empresa, fossem ficheiros electrónicos, a extensão só poderia ser .fdp (=filho da puta) (Está visto, não há índio que goste do chefe que tem, mas todos os índios adorariam chegar um dia a ser chefes...).
Humor com humor se paga - IX: A grande sabedoria dos velhos...
John asks his grandpa:
- Do you still have sex with Granny?
Grandpa says:
- Yes, but only oral.
John says:
- What is oral?
Grandpa:
- I say Fuck you, and she says: Fuck you too.
(Enviada por A.M. Cinco estrelinhas!).
- Do you still have sex with Granny?
Grandpa says:
- Yes, but only oral.
John says:
- What is oral?
Grandpa:
- I say Fuck you, and she says: Fuck you too.
(Enviada por A.M. Cinco estrelinhas!).
Humor com humor se paga - IX: A grande sabedoria dos velhos...
John asks his grandpa:
- Do you still have sex with Granny?
Grandpa says:
- Yes, but only oral.
John says:
- What is oral?
Grandpa:
- I say Fuck you, and she says: Fuck you too.
(Enviada por A.M. Cinco estrelinhas!).
- Do you still have sex with Granny?
Grandpa says:
- Yes, but only oral.
John says:
- What is oral?
Grandpa:
- I say Fuck you, and she says: Fuck you too.
(Enviada por A.M. Cinco estrelinhas!).
08 novembro 2003
Humor com humor se paga - VIII: O inferno ? O melhor ainda é o português!...
Tenho de agradecer à minha amiga AIG que me mandou esta peça de humor tão patriótica quanto a artística louça das Caldas, a qual por sua vez corre o sério risco de se tornar um dos raros produtos handmade in Portugal e de vir até a destronar o viril galo de Barcelos (A propósito, nunca soube se o galo era capão...). O Mestre Bordalo (MB) deu-lhe, à peça, o toque artístico que convinha a um blogue minimamente sério, respeitável e com pretensões a ser lidos colarinhos barncos pela classe média B, como este blogue (A classe média A, os colarinhos dourados, essa, não bloga, faz coisas mais interessantes: por ex., joga ténis para se manter em forma, coisa que os blogadores não fazem). Ao mestre e à aluna os meus agradecimenos. LG
__________
Um desgraçado e impenitente pecador, de apelido Pipi por parte do pai, portuga de nascimento, libertino de condição, morreu e foi parar ao inferno. Ao chegar perguntou-lhe um diabinho, de nome Bibi por parte da mãe:
- Bem vindo ao inferno, ó picha d'aço! Queres ir para o bloco P ou para o bloco E ? O P é o português; o E é o espanhol...
A pobre alma danada perguntou se, independentemente da nacionalidade, havia alguma diferença, se havia algum bloco com mais estrelas do que outro, chavalas, suite, piscina, Lux à noite...
-Bom, inferno só há um e mais nenhum (tirando o da Casa Pia, lá na desgraçada da tua terra)... Mesmo assim o Diabo nosso pai achou que sempre era melhor separar, através de um muro, os portugas e os espanholitos... Amigos, amigos, vizinhos à parte, sabes como é... Resumindo: No inferno dos teus patrícios terás que comer uma lata de 5 kg de merda a todas as refeições.... Estamos a reciclar a merda que vocês cagam em vida. À noite dormes em cima dum braseiro infernal, alimentado a sobro e a azinho dos montados de Portugal que arderam no último verão. Gajas, poucas, que a maior parte das portugas vão para o purgatório ou para o céu... Quanto ao inferno dos espanholitos, a única diferença é que só comes castanholas e pandeiretas... Quanto a estrelas, é uma classificação que não usamos; além disso, meu filho, tira o cavalinho da chuva que do inferno nunca poderás olhar as estrelas do céu nem muito menos espreitar as cricas que tu comeste lá na terra...
Mal por mal, e pensando bem, o Pipi acabou por optar pelo inferno espanhol. Para ele, a Espanha sempre fora a fiesta, as touradas, a movida, a sangria, as conaças andaluzas, muita fruta para um homem só numa só vida... De certo que lá ainda haveria umas ratas em bom estado de conservação, a avaliar pelo rácio pipi/cricas por mil almas penadas que tinha visto no folheto do turismo sexual antes de partir para a última morada.
Mas quando lá chegou, encontrou tod@s @s espanholit@s cabisbaix@s e tristes, de pipis e cricas murchas. Em contrapartida, do outro lado do muro chegavam sons de farra, gargalhadas, fogo de artifício, orgasmos futebolísticos, capas e batinas a esvoaçar, festivais de cantorias, com apenas um ou outro soluço afadistado pelo meio, uma ou outra ave-maria arrependida...
- Hei, pessoal! Como é que vocês, apesar de tudo, conseguem mostrar que são pobretes mas alegretes ? perguntou o Pipi, desolado. Vocês têm de comer uma lata de 5 kg. de merda à refeição e mesmo assim não andam fodidos!... Sinceramente não percebo!
- Bom, ó Vasconcelos de Ayamonte, ó Don Juan de Badajoz, aqui é, sempre foi e há-de ser Portugal.... Se não, repara: Um dia falta a lata, no outro falha o abastecimento da merda, no outro é o diabo que não vem porque tem uma reunião importante ou manda o Bibi que é amnésico... Ou então é feriado e depois fazemos ponte e no dia seguinte os bombeiros voluntários não entregam a lenha para o braseiro... E assim se vai andando, às vezes gemendo e chorando, e outras cantando e rindo... Em boa verdade, ainda está para nascer o caralho que nos foda a todos.
AIG/MB
__________
Um desgraçado e impenitente pecador, de apelido Pipi por parte do pai, portuga de nascimento, libertino de condição, morreu e foi parar ao inferno. Ao chegar perguntou-lhe um diabinho, de nome Bibi por parte da mãe:
- Bem vindo ao inferno, ó picha d'aço! Queres ir para o bloco P ou para o bloco E ? O P é o português; o E é o espanhol...
A pobre alma danada perguntou se, independentemente da nacionalidade, havia alguma diferença, se havia algum bloco com mais estrelas do que outro, chavalas, suite, piscina, Lux à noite...
-Bom, inferno só há um e mais nenhum (tirando o da Casa Pia, lá na desgraçada da tua terra)... Mesmo assim o Diabo nosso pai achou que sempre era melhor separar, através de um muro, os portugas e os espanholitos... Amigos, amigos, vizinhos à parte, sabes como é... Resumindo: No inferno dos teus patrícios terás que comer uma lata de 5 kg de merda a todas as refeições.... Estamos a reciclar a merda que vocês cagam em vida. À noite dormes em cima dum braseiro infernal, alimentado a sobro e a azinho dos montados de Portugal que arderam no último verão. Gajas, poucas, que a maior parte das portugas vão para o purgatório ou para o céu... Quanto ao inferno dos espanholitos, a única diferença é que só comes castanholas e pandeiretas... Quanto a estrelas, é uma classificação que não usamos; além disso, meu filho, tira o cavalinho da chuva que do inferno nunca poderás olhar as estrelas do céu nem muito menos espreitar as cricas que tu comeste lá na terra...
Mal por mal, e pensando bem, o Pipi acabou por optar pelo inferno espanhol. Para ele, a Espanha sempre fora a fiesta, as touradas, a movida, a sangria, as conaças andaluzas, muita fruta para um homem só numa só vida... De certo que lá ainda haveria umas ratas em bom estado de conservação, a avaliar pelo rácio pipi/cricas por mil almas penadas que tinha visto no folheto do turismo sexual antes de partir para a última morada.
Mas quando lá chegou, encontrou tod@s @s espanholit@s cabisbaix@s e tristes, de pipis e cricas murchas. Em contrapartida, do outro lado do muro chegavam sons de farra, gargalhadas, fogo de artifício, orgasmos futebolísticos, capas e batinas a esvoaçar, festivais de cantorias, com apenas um ou outro soluço afadistado pelo meio, uma ou outra ave-maria arrependida...
- Hei, pessoal! Como é que vocês, apesar de tudo, conseguem mostrar que são pobretes mas alegretes ? perguntou o Pipi, desolado. Vocês têm de comer uma lata de 5 kg. de merda à refeição e mesmo assim não andam fodidos!... Sinceramente não percebo!
- Bom, ó Vasconcelos de Ayamonte, ó Don Juan de Badajoz, aqui é, sempre foi e há-de ser Portugal.... Se não, repara: Um dia falta a lata, no outro falha o abastecimento da merda, no outro é o diabo que não vem porque tem uma reunião importante ou manda o Bibi que é amnésico... Ou então é feriado e depois fazemos ponte e no dia seguinte os bombeiros voluntários não entregam a lenha para o braseiro... E assim se vai andando, às vezes gemendo e chorando, e outras cantando e rindo... Em boa verdade, ainda está para nascer o caralho que nos foda a todos.
AIG/MB
Humor com humor se paga - VIII: O inferno ? O melhor ainda é o português!...
Tenho de agradecer à minha amiga AIG que me mandou esta peça de humor tão patriótica quanto a artística louça das Caldas, a qual por sua vez corre o sério risco de se tornar um dos raros produtos handmade in Portugal e de vir até a destronar o viril galo de Barcelos (A propósito, nunca soube se o galo era capão...). O Mestre Bordalo (MB) deu-lhe, à peça, o toque artístico que convinha a um blogue minimamente sério, respeitável e com pretensões a ser lidos colarinhos barncos pela classe média B, como este blogue (A classe média A, os colarinhos dourados, essa, não bloga, faz coisas mais interessantes: por ex., joga ténis para se manter em forma, coisa que os blogadores não fazem). Ao mestre e à aluna os meus agradecimenos. LG
__________
Um desgraçado e impenitente pecador, de apelido Pipi por parte do pai, portuga de nascimento, libertino de condição, morreu e foi parar ao inferno. Ao chegar perguntou-lhe um diabinho, de nome Bibi por parte da mãe:
- Bem vindo ao inferno, ó picha d'aço! Queres ir para o bloco P ou para o bloco E ? O P é o português; o E é o espanhol...
A pobre alma danada perguntou se, independentemente da nacionalidade, havia alguma diferença, se havia algum bloco com mais estrelas do que outro, chavalas, suite, piscina, Lux à noite...
-Bom, inferno só há um e mais nenhum (tirando o da Casa Pia, lá na desgraçada da tua terra)... Mesmo assim o Diabo nosso pai achou que sempre era melhor separar, através de um muro, os portugas e os espanholitos... Amigos, amigos, vizinhos à parte, sabes como é... Resumindo: No inferno dos teus patrícios terás que comer uma lata de 5 kg de merda a todas as refeições.... Estamos a reciclar a merda que vocês cagam em vida. À noite dormes em cima dum braseiro infernal, alimentado a sobro e a azinho dos montados de Portugal que arderam no último verão. Gajas, poucas, que a maior parte das portugas vão para o purgatório ou para o céu... Quanto ao inferno dos espanholitos, a única diferença é que só comes castanholas e pandeiretas... Quanto a estrelas, é uma classificação que não usamos; além disso, meu filho, tira o cavalinho da chuva que do inferno nunca poderás olhar as estrelas do céu nem muito menos espreitar as cricas que tu comeste lá na terra...
Mal por mal, e pensando bem, o Pipi acabou por optar pelo inferno espanhol. Para ele, a Espanha sempre fora a fiesta, as touradas, a movida, a sangria, as conaças andaluzas, muita fruta para um homem só numa só vida... De certo que lá ainda haveria umas ratas em bom estado de conservação, a avaliar pelo rácio pipi/cricas por mil almas penadas que tinha visto no folheto do turismo sexual antes de partir para a última morada.
Mas quando lá chegou, encontrou tod@s @s espanholit@s cabisbaix@s e tristes, de pipis e cricas murchas. Em contrapartida, do outro lado do muro chegavam sons de farra, gargalhadas, fogo de artifício, orgasmos futebolísticos, capas e batinas a esvoaçar, festivais de cantorias, com apenas um ou outro soluço afadistado pelo meio, uma ou outra ave-maria arrependida...
- Hei, pessoal! Como é que vocês, apesar de tudo, conseguem mostrar que são pobretes mas alegretes ? perguntou o Pipi, desolado. Vocês têm de comer uma lata de 5 kg. de merda à refeição e mesmo assim não andam fodidos!... Sinceramente não percebo!
- Bom, ó Vasconcelos de Ayamonte, ó Don Juan de Badajoz, aqui é, sempre foi e há-de ser Portugal.... Se não, repara: Um dia falta a lata, no outro falha o abastecimento da merda, no outro é o diabo que não vem porque tem uma reunião importante ou manda o Bibi que é amnésico... Ou então é feriado e depois fazemos ponte e no dia seguinte os bombeiros voluntários não entregam a lenha para o braseiro... E assim se vai andando, às vezes gemendo e chorando, e outras cantando e rindo... Em boa verdade, ainda está para nascer o caralho que nos foda a todos.
AIG/MB
__________
Um desgraçado e impenitente pecador, de apelido Pipi por parte do pai, portuga de nascimento, libertino de condição, morreu e foi parar ao inferno. Ao chegar perguntou-lhe um diabinho, de nome Bibi por parte da mãe:
- Bem vindo ao inferno, ó picha d'aço! Queres ir para o bloco P ou para o bloco E ? O P é o português; o E é o espanhol...
A pobre alma danada perguntou se, independentemente da nacionalidade, havia alguma diferença, se havia algum bloco com mais estrelas do que outro, chavalas, suite, piscina, Lux à noite...
-Bom, inferno só há um e mais nenhum (tirando o da Casa Pia, lá na desgraçada da tua terra)... Mesmo assim o Diabo nosso pai achou que sempre era melhor separar, através de um muro, os portugas e os espanholitos... Amigos, amigos, vizinhos à parte, sabes como é... Resumindo: No inferno dos teus patrícios terás que comer uma lata de 5 kg de merda a todas as refeições.... Estamos a reciclar a merda que vocês cagam em vida. À noite dormes em cima dum braseiro infernal, alimentado a sobro e a azinho dos montados de Portugal que arderam no último verão. Gajas, poucas, que a maior parte das portugas vão para o purgatório ou para o céu... Quanto ao inferno dos espanholitos, a única diferença é que só comes castanholas e pandeiretas... Quanto a estrelas, é uma classificação que não usamos; além disso, meu filho, tira o cavalinho da chuva que do inferno nunca poderás olhar as estrelas do céu nem muito menos espreitar as cricas que tu comeste lá na terra...
Mal por mal, e pensando bem, o Pipi acabou por optar pelo inferno espanhol. Para ele, a Espanha sempre fora a fiesta, as touradas, a movida, a sangria, as conaças andaluzas, muita fruta para um homem só numa só vida... De certo que lá ainda haveria umas ratas em bom estado de conservação, a avaliar pelo rácio pipi/cricas por mil almas penadas que tinha visto no folheto do turismo sexual antes de partir para a última morada.
Mas quando lá chegou, encontrou tod@s @s espanholit@s cabisbaix@s e tristes, de pipis e cricas murchas. Em contrapartida, do outro lado do muro chegavam sons de farra, gargalhadas, fogo de artifício, orgasmos futebolísticos, capas e batinas a esvoaçar, festivais de cantorias, com apenas um ou outro soluço afadistado pelo meio, uma ou outra ave-maria arrependida...
- Hei, pessoal! Como é que vocês, apesar de tudo, conseguem mostrar que são pobretes mas alegretes ? perguntou o Pipi, desolado. Vocês têm de comer uma lata de 5 kg. de merda à refeição e mesmo assim não andam fodidos!... Sinceramente não percebo!
- Bom, ó Vasconcelos de Ayamonte, ó Don Juan de Badajoz, aqui é, sempre foi e há-de ser Portugal.... Se não, repara: Um dia falta a lata, no outro falha o abastecimento da merda, no outro é o diabo que não vem porque tem uma reunião importante ou manda o Bibi que é amnésico... Ou então é feriado e depois fazemos ponte e no dia seguinte os bombeiros voluntários não entregam a lenha para o braseiro... E assim se vai andando, às vezes gemendo e chorando, e outras cantando e rindo... Em boa verdade, ainda está para nascer o caralho que nos foda a todos.
AIG/MB
Blogantologia(s) - I: Provérbios do mundo
O meu amigo J. Dupret tem a sabedoria daqueles que nasceram do ventre da Mãe África, cresceram com os embondeiros, acalentaram os mais belos sonhos do mundo e nunca desistiram de os contar e de os viver, mesmo quando o pesadelo da realidade às vezes parecia querer esmagar tudo e todos, homens, mulheres, crianças, bichos e árvores...
Esta pequena antologia de provérbios do mundo foi ele que me mandou, num gesto simples de amizade. Estamos longe, mas mesmo assim à distância de um clique. Acho que ela merece ser partilhada com @s demais car@s ciberamig@s deste blogador. Limitei-me a ordená-los de A a Z:
A boca de uma mulher nunca tira férias (Provérbio crioulo).
A mais alta das torres começa no solo (Provérbio chinês).
A terra atrai tanto que os velhos andam curvados (Provérbio arménio).
Amor de jovem é água no cesto (Provérbio espanhol).
Antes de começares o trabalho de mudar o mundo, dá três voltas dentro da tua casa(Provérbio chinês).
Caia a faca no melão ou o melão na faca, o melão sofre (Provérbio chinês).
Casa e serás feliz uma semana; mata um porco e serás feliz um mês; sê padre e serás feliz a vida toda (Provérbio polaco).
Casar-se uma vez é um dever, duas vezes é uma tolice e três vezes uma loucura (Provérbio holandês).
Começar já é metade de toda a acção (Provérbio grego).
Cuidado com as mulheres barbudas e com os homens imberbes (Provérbio basco).
Fevereiro tem 28 dias; é neste mês que as mulheres falam menos (Provérbio brasileiro/mineiro).
Há três tipos de homens que não entendem nada de mulheres: os jovens, os velhos e os que estão entre os dois (Provérbio irlandês).
Já que o amor é cego, o importante é apalpar (Provérbio brasileiro).
Melhor bem enforcado do que mal casado (Provérbio alemão).
Melhor uma vara curta do que dormir sozinha (Provérbio feminino africano).
Não cases por dinheiro, podes conseguir empréstimo mais barato (Provérbio escocês).
Não há remédio para o medo (Provérbio escocês).
Não podes fazer uma omelete sem partir os ovos (Provérbio francês).
O casamento é como uma armadilha para enguias: as que estão fora querem entrar e as que estão dentro querem sair (Provérbio norueguês).
Quando estás certo, ninguém se lembra; quando estás errado, ninguém esquece(Provérbio irlandês).
Quando uma mulher não sabe o que responder é porque não há mais água no mar (Provérbio grego).
Quem gasta tudo o que tem, muitas vezes diz o que não convém, faz o que não deve, julga o que não vê e gasta o que não pode (Provérbio árabe).
Quer os elefantes lutem, quer façam amor, quem se lixa é sempre o capim (Provérbio africano).
Saber demasiado é envelhecer precocemente (Provérbio russo).
Um solteiro pode ser tão idiota quanto um homem casado, mas ele ouve isso menos vezes (Provérbio francês).
Urubu, na guerra, é galinha (Provérbio brasileiro).
Esta pequena antologia de provérbios do mundo foi ele que me mandou, num gesto simples de amizade. Estamos longe, mas mesmo assim à distância de um clique. Acho que ela merece ser partilhada com @s demais car@s ciberamig@s deste blogador. Limitei-me a ordená-los de A a Z:
A boca de uma mulher nunca tira férias (Provérbio crioulo).
A mais alta das torres começa no solo (Provérbio chinês).
A terra atrai tanto que os velhos andam curvados (Provérbio arménio).
Amor de jovem é água no cesto (Provérbio espanhol).
Antes de começares o trabalho de mudar o mundo, dá três voltas dentro da tua casa(Provérbio chinês).
Caia a faca no melão ou o melão na faca, o melão sofre (Provérbio chinês).
Casa e serás feliz uma semana; mata um porco e serás feliz um mês; sê padre e serás feliz a vida toda (Provérbio polaco).
Casar-se uma vez é um dever, duas vezes é uma tolice e três vezes uma loucura (Provérbio holandês).
Começar já é metade de toda a acção (Provérbio grego).
Cuidado com as mulheres barbudas e com os homens imberbes (Provérbio basco).
Fevereiro tem 28 dias; é neste mês que as mulheres falam menos (Provérbio brasileiro/mineiro).
Há três tipos de homens que não entendem nada de mulheres: os jovens, os velhos e os que estão entre os dois (Provérbio irlandês).
Já que o amor é cego, o importante é apalpar (Provérbio brasileiro).
Melhor bem enforcado do que mal casado (Provérbio alemão).
Melhor uma vara curta do que dormir sozinha (Provérbio feminino africano).
Não cases por dinheiro, podes conseguir empréstimo mais barato (Provérbio escocês).
Não há remédio para o medo (Provérbio escocês).
Não podes fazer uma omelete sem partir os ovos (Provérbio francês).
O casamento é como uma armadilha para enguias: as que estão fora querem entrar e as que estão dentro querem sair (Provérbio norueguês).
Quando estás certo, ninguém se lembra; quando estás errado, ninguém esquece(Provérbio irlandês).
Quando uma mulher não sabe o que responder é porque não há mais água no mar (Provérbio grego).
Quem gasta tudo o que tem, muitas vezes diz o que não convém, faz o que não deve, julga o que não vê e gasta o que não pode (Provérbio árabe).
Quer os elefantes lutem, quer façam amor, quem se lixa é sempre o capim (Provérbio africano).
Saber demasiado é envelhecer precocemente (Provérbio russo).
Um solteiro pode ser tão idiota quanto um homem casado, mas ele ouve isso menos vezes (Provérbio francês).
Urubu, na guerra, é galinha (Provérbio brasileiro).
Blogantologia(s) - I: Provérbios do mundo
O meu amigo J. Dupret tem a sabedoria daqueles que nasceram do ventre da Mãe África, cresceram com os embondeiros, acalentaram os mais belos sonhos do mundo e nunca desistiram de os contar e de os viver, mesmo quando o pesadelo da realidade às vezes parecia querer esmagar tudo e todos, homens, mulheres, crianças, bichos e árvores...
Esta pequena antologia de provérbios do mundo foi ele que me mandou, num gesto simples de amizade. Estamos longe, mas mesmo assim à distância de um clique. Acho que ela merece ser partilhada com @s demais car@s ciberamig@s deste blogador. Limitei-me a ordená-los de A a Z:
A boca de uma mulher nunca tira férias (Provérbio crioulo).
A mais alta das torres começa no solo (Provérbio chinês).
A terra atrai tanto que os velhos andam curvados (Provérbio arménio).
Amor de jovem é água no cesto (Provérbio espanhol).
Antes de começares o trabalho de mudar o mundo, dá três voltas dentro da tua casa(Provérbio chinês).
Caia a faca no melão ou o melão na faca, o melão sofre (Provérbio chinês).
Casa e serás feliz uma semana; mata um porco e serás feliz um mês; sê padre e serás feliz a vida toda (Provérbio polaco).
Casar-se uma vez é um dever, duas vezes é uma tolice e três vezes uma loucura (Provérbio holandês).
Começar já é metade de toda a acção (Provérbio grego).
Cuidado com as mulheres barbudas e com os homens imberbes (Provérbio basco).
Fevereiro tem 28 dias; é neste mês que as mulheres falam menos (Provérbio brasileiro/mineiro).
Há três tipos de homens que não entendem nada de mulheres: os jovens, os velhos e os que estão entre os dois (Provérbio irlandês).
Já que o amor é cego, o importante é apalpar (Provérbio brasileiro).
Melhor bem enforcado do que mal casado (Provérbio alemão).
Melhor uma vara curta do que dormir sozinha (Provérbio feminino africano).
Não cases por dinheiro, podes conseguir empréstimo mais barato (Provérbio escocês).
Não há remédio para o medo (Provérbio escocês).
Não podes fazer uma omelete sem partir os ovos (Provérbio francês).
O casamento é como uma armadilha para enguias: as que estão fora querem entrar e as que estão dentro querem sair (Provérbio norueguês).
Quando estás certo, ninguém se lembra; quando estás errado, ninguém esquece(Provérbio irlandês).
Quando uma mulher não sabe o que responder é porque não há mais água no mar (Provérbio grego).
Quem gasta tudo o que tem, muitas vezes diz o que não convém, faz o que não deve, julga o que não vê e gasta o que não pode (Provérbio árabe).
Quer os elefantes lutem, quer façam amor, quem se lixa é sempre o capim (Provérbio africano).
Saber demasiado é envelhecer precocemente (Provérbio russo).
Um solteiro pode ser tão idiota quanto um homem casado, mas ele ouve isso menos vezes (Provérbio francês).
Urubu, na guerra, é galinha (Provérbio brasileiro).
Esta pequena antologia de provérbios do mundo foi ele que me mandou, num gesto simples de amizade. Estamos longe, mas mesmo assim à distância de um clique. Acho que ela merece ser partilhada com @s demais car@s ciberamig@s deste blogador. Limitei-me a ordená-los de A a Z:
A boca de uma mulher nunca tira férias (Provérbio crioulo).
A mais alta das torres começa no solo (Provérbio chinês).
A terra atrai tanto que os velhos andam curvados (Provérbio arménio).
Amor de jovem é água no cesto (Provérbio espanhol).
Antes de começares o trabalho de mudar o mundo, dá três voltas dentro da tua casa(Provérbio chinês).
Caia a faca no melão ou o melão na faca, o melão sofre (Provérbio chinês).
Casa e serás feliz uma semana; mata um porco e serás feliz um mês; sê padre e serás feliz a vida toda (Provérbio polaco).
Casar-se uma vez é um dever, duas vezes é uma tolice e três vezes uma loucura (Provérbio holandês).
Começar já é metade de toda a acção (Provérbio grego).
Cuidado com as mulheres barbudas e com os homens imberbes (Provérbio basco).
Fevereiro tem 28 dias; é neste mês que as mulheres falam menos (Provérbio brasileiro/mineiro).
Há três tipos de homens que não entendem nada de mulheres: os jovens, os velhos e os que estão entre os dois (Provérbio irlandês).
Já que o amor é cego, o importante é apalpar (Provérbio brasileiro).
Melhor bem enforcado do que mal casado (Provérbio alemão).
Melhor uma vara curta do que dormir sozinha (Provérbio feminino africano).
Não cases por dinheiro, podes conseguir empréstimo mais barato (Provérbio escocês).
Não há remédio para o medo (Provérbio escocês).
Não podes fazer uma omelete sem partir os ovos (Provérbio francês).
O casamento é como uma armadilha para enguias: as que estão fora querem entrar e as que estão dentro querem sair (Provérbio norueguês).
Quando estás certo, ninguém se lembra; quando estás errado, ninguém esquece(Provérbio irlandês).
Quando uma mulher não sabe o que responder é porque não há mais água no mar (Provérbio grego).
Quem gasta tudo o que tem, muitas vezes diz o que não convém, faz o que não deve, julga o que não vê e gasta o que não pode (Provérbio árabe).
Quer os elefantes lutem, quer façam amor, quem se lixa é sempre o capim (Provérbio africano).
Saber demasiado é envelhecer precocemente (Provérbio russo).
Um solteiro pode ser tão idiota quanto um homem casado, mas ele ouve isso menos vezes (Provérbio francês).
Urubu, na guerra, é galinha (Provérbio brasileiro).
07 novembro 2003
Portugas que merecem as nossas palmas – I: Centro Regional de Saúde Pública de Coimbra
O Centro Regional de Saúde Pública de Coimbra tem um serviço de saúde ocupacional para os cerca de 2800 trabalhadores da Sub-região de Saúde de Coimbra. 3 médicos, 2 enfermeiras, 1 técnico de cardiopneumografia, 1 técnico de optometria e 1 assistente administrativa. Os médicos (de saúde pública e do trabalho) são voluntários, disponibilizando 5 manhãs por semana.
O programa não se limita a fazer os exames de saúde, periódicos e não periódicos, dos trabalhadores da SRS de Coimbra, tem também preocupações com a promoção da saúde no local de trabalho, incluindo a sensibilização, informação e educação para a saúde dos trabalhadores (por ex., posturas de trabalho, pausas, exposição a ecrãs, riscos físicos, químicos, biológicos e psicossociais).
Este é um exemplo, no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS), de como se podem fazer boas omeletes com os poucos ovos das galinhas da nossa capoeira. O CRSP de Coimbra não ficou à espera da resposta à pergunta: Quem cuida de nós, prestadores de cuidados de saúde ?
Muitas vezes esquecemo-nos, nós, portugas que estamos do outro lado do balcão do centro de saúde ou na sala de espera da urgência do hospital, que os prestadores de cuidados de saúde e o pessoal de apoio dos serviços de saúde também têm problemas de saúde: patologia osteomuscular, síndroma ansioso-depressiva, alterações da visão, obesidade, patologia cardiovascular, patologia alergológica e por aí fora.
Quando o empregador (o SNS) não dá o exemplo (neste caso, não cumpre as suas obrigações legais, de acordo com a legislação em vigor, e que são: (i) prevenir os riscos profissionais e (ii) promover a saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde...), pequenas/grandes iniciativas como estas merecem o nosso aplauso. Assisti ontem, no âmbito do I Encontro Sistémica e Cuidados de Saúde (Coimbra, 6-8 de Novembro de 2003), à apresentação deste programa que já está em marcha há alguns anos.
Parabéns ao Dr. José Tereso, que coordena o CRSP de Coimbra, e à equipa que está envolvida nos programas de saúde ocupacional e de promoção da saúde no local de trabalho (incluindo os Drs. J.C. Borges, F. Lopes e A. Morais).
Estes portugas merecem as nossas palmas!
O programa não se limita a fazer os exames de saúde, periódicos e não periódicos, dos trabalhadores da SRS de Coimbra, tem também preocupações com a promoção da saúde no local de trabalho, incluindo a sensibilização, informação e educação para a saúde dos trabalhadores (por ex., posturas de trabalho, pausas, exposição a ecrãs, riscos físicos, químicos, biológicos e psicossociais).
Este é um exemplo, no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS), de como se podem fazer boas omeletes com os poucos ovos das galinhas da nossa capoeira. O CRSP de Coimbra não ficou à espera da resposta à pergunta: Quem cuida de nós, prestadores de cuidados de saúde ?
Muitas vezes esquecemo-nos, nós, portugas que estamos do outro lado do balcão do centro de saúde ou na sala de espera da urgência do hospital, que os prestadores de cuidados de saúde e o pessoal de apoio dos serviços de saúde também têm problemas de saúde: patologia osteomuscular, síndroma ansioso-depressiva, alterações da visão, obesidade, patologia cardiovascular, patologia alergológica e por aí fora.
Quando o empregador (o SNS) não dá o exemplo (neste caso, não cumpre as suas obrigações legais, de acordo com a legislação em vigor, e que são: (i) prevenir os riscos profissionais e (ii) promover a saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde...), pequenas/grandes iniciativas como estas merecem o nosso aplauso. Assisti ontem, no âmbito do I Encontro Sistémica e Cuidados de Saúde (Coimbra, 6-8 de Novembro de 2003), à apresentação deste programa que já está em marcha há alguns anos.
Parabéns ao Dr. José Tereso, que coordena o CRSP de Coimbra, e à equipa que está envolvida nos programas de saúde ocupacional e de promoção da saúde no local de trabalho (incluindo os Drs. J.C. Borges, F. Lopes e A. Morais).
Estes portugas merecem as nossas palmas!
Portugas que merecem as nossas palmas – I: Centro Regional de Saúde Pública de Coimbra
O Centro Regional de Saúde Pública de Coimbra tem um serviço de saúde ocupacional para os cerca de 2800 trabalhadores da Sub-região de Saúde de Coimbra. 3 médicos, 2 enfermeiras, 1 técnico de cardiopneumografia, 1 técnico de optometria e 1 assistente administrativa. Os médicos (de saúde pública e do trabalho) são voluntários, disponibilizando 5 manhãs por semana.
O programa não se limita a fazer os exames de saúde, periódicos e não periódicos, dos trabalhadores da SRS de Coimbra, tem também preocupações com a promoção da saúde no local de trabalho, incluindo a sensibilização, informação e educação para a saúde dos trabalhadores (por ex., posturas de trabalho, pausas, exposição a ecrãs, riscos físicos, químicos, biológicos e psicossociais).
Este é um exemplo, no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS), de como se podem fazer boas omeletes com os poucos ovos das galinhas da nossa capoeira. O CRSP de Coimbra não ficou à espera da resposta à pergunta: Quem cuida de nós, prestadores de cuidados de saúde ?
Muitas vezes esquecemo-nos, nós, portugas que estamos do outro lado do balcão do centro de saúde ou na sala de espera da urgência do hospital, que os prestadores de cuidados de saúde e o pessoal de apoio dos serviços de saúde também têm problemas de saúde: patologia osteomuscular, síndroma ansioso-depressiva, alterações da visão, obesidade, patologia cardiovascular, patologia alergológica e por aí fora.
Quando o empregador (o SNS) não dá o exemplo (neste caso, não cumpre as suas obrigações legais, de acordo com a legislação em vigor, e que são: (i) prevenir os riscos profissionais e (ii) promover a saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde...), pequenas/grandes iniciativas como estas merecem o nosso aplauso. Assisti ontem, no âmbito do I Encontro Sistémica e Cuidados de Saúde (Coimbra, 6-8 de Novembro de 2003), à apresentação deste programa que já está em marcha há alguns anos.
Parabéns ao Dr. José Tereso, que coordena o CRSP de Coimbra, e à equipa que está envolvida nos programas de saúde ocupacional e de promoção da saúde no local de trabalho (incluindo os Drs. J.C. Borges, F. Lopes e A. Morais).
Estes portugas merecem as nossas palmas!
O programa não se limita a fazer os exames de saúde, periódicos e não periódicos, dos trabalhadores da SRS de Coimbra, tem também preocupações com a promoção da saúde no local de trabalho, incluindo a sensibilização, informação e educação para a saúde dos trabalhadores (por ex., posturas de trabalho, pausas, exposição a ecrãs, riscos físicos, químicos, biológicos e psicossociais).
Este é um exemplo, no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS), de como se podem fazer boas omeletes com os poucos ovos das galinhas da nossa capoeira. O CRSP de Coimbra não ficou à espera da resposta à pergunta: Quem cuida de nós, prestadores de cuidados de saúde ?
Muitas vezes esquecemo-nos, nós, portugas que estamos do outro lado do balcão do centro de saúde ou na sala de espera da urgência do hospital, que os prestadores de cuidados de saúde e o pessoal de apoio dos serviços de saúde também têm problemas de saúde: patologia osteomuscular, síndroma ansioso-depressiva, alterações da visão, obesidade, patologia cardiovascular, patologia alergológica e por aí fora.
Quando o empregador (o SNS) não dá o exemplo (neste caso, não cumpre as suas obrigações legais, de acordo com a legislação em vigor, e que são: (i) prevenir os riscos profissionais e (ii) promover a saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde...), pequenas/grandes iniciativas como estas merecem o nosso aplauso. Assisti ontem, no âmbito do I Encontro Sistémica e Cuidados de Saúde (Coimbra, 6-8 de Novembro de 2003), à apresentação deste programa que já está em marcha há alguns anos.
Parabéns ao Dr. José Tereso, que coordena o CRSP de Coimbra, e à equipa que está envolvida nos programas de saúde ocupacional e de promoção da saúde no local de trabalho (incluindo os Drs. J.C. Borges, F. Lopes e A. Morais).
Estes portugas merecem as nossas palmas!
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